
É dia , é sono , é dor ...
E o tempo escorre harmonicamente devastador
E os olhos estão corrompidos pela insônia, e há uma amarga boca...
Que sorve o café matinal em goles de vida oca.
É dia , é sono , é dor ...
E os olhos estão corrompidos pela insônia, e há uma amarga boca...
Que sorve o café matinal em goles de vida oca.
É dia , é sono , é dor ...
Despertou há muito aquela cidade.
E por suas ruas correm os laivos da desvirtude e da humana vaidade
E os homens enquadrados, engravatados deixam a rotina dilacerar lhes os pulsos atados.
São desnudos de qualquer melancolia e vítimas de uma alegria artificial
E impera a tacocracia impera ao ritmo da sinapse cerebral
E por suas ruas correm os laivos da desvirtude e da humana vaidade
E os homens enquadrados, engravatados deixam a rotina dilacerar lhes os pulsos atados.
São desnudos de qualquer melancolia e vítimas de uma alegria artificial
E impera a tacocracia impera ao ritmo da sinapse cerebral
É dia , é sono , é dor...
E ninguém parou seu caótico curso, ninguém esqueceu do sorriso maquinal.
Não pararam para contemplar o céu sem estrelas noite passada...
Pois havia névoa de veneno químico na atmosfera a ser condensada.
E os hipocondríacos modernos mergulharam em seus infortúnios.
E sob os lençóis de nódoas morais, um sonífero finalmente os adormecia
Sob esse firmamento da hipocrisia
Sob a vida, escombro dos instantes.
Sob a nuvem negra que envolve sonhos sem rumor
Não pararam para contemplar o céu sem estrelas noite passada...
Pois havia névoa de veneno químico na atmosfera a ser condensada.
E os hipocondríacos modernos mergulharam em seus infortúnios.
E sob os lençóis de nódoas morais, um sonífero finalmente os adormecia
Sob esse firmamento da hipocrisia
Sob a vida, escombro dos instantes.
Sob a nuvem negra que envolve sonhos sem rumor
Mas isso foi ontem: Hoje, é dia, é sono, é dor...

